Publicado por: Stéfano Bozza | 21 de março de 2010

E veio a derrota

Rafael Coelho disputa bola contra o Olaria, jogo que marcou a primeira derrota do Vasco no returno.

Os últimos posts sobre o Vasco têm sido quase idênticos. Um parágrafo inicial falando da ressaca pós-perda do turno, para depois dizer de um jogo ruim dos vascaínos com vitória apertada – e injusta. O post do jogo diante do Olaria segue esta regra, com apenas uma mudança no final do enredo.

Novamente a equipe vascaína entrou em campo buscando atuação para retomar sua confiança diante da sua torcida. E começou bem. Com 10 minutos, três boas chances foram criadas, sempre com Philippe Coutinho, que quase fez um bonito gol, com bola passando com muito perigo ao gol do Olaria.

Até então, só dava Vasco. Mas Cacá resolveu estragar a festa vascaína e, sem goleiro, só teve de tocar a bola para fazer 1×0. Gol decisivo, que desestruturou todo time vascaíno. E a sequencia do primeiro tempo foi de um Vasco errando muito e sentindo a pressão da torcida.

No segundo tempo, a ideia era de virada, mas o Vasco seguiu muito mal em campo. Não criou muito e viu o Olaria sair-se melhor no que apostou. O que de fatoc hamou atenção foi Dodô, que antes mesmo de entrar em campo já era hostilizado.

O placar justo apenas deu o fim que já se esperava de um post cujo clube central não faz uma boa apresentação há mais de um mês. Vitórias só ilusórias. derrotas eram previsíveis, ocorreu uma hoje. Será que agora muda?

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Responses

  1. Permita-me colocar um comentário de um amigo no meu blog, pois ele resume muito bem a situação do Vascão:

    ” O elenco é bom. Não tem nenhuma maravilha, mas no conjunto pode fazer frente com qualquer time no Brasil. E como ter esse conjunto que ganhe jogo? Com um técnico que saiba tirar o melhor dos jogadores.
    Um exemplo prático: o time do Avaí no ano passado chegou em sexto lugar com um elenco talvez mais limitado do que o nosso, mas que tinha tática bem definida e cada jogador sabia o que fazer em campo. Um tecnico sem experiencia, diga-se de passagem, mas que fez os jogadores entenderem sua filosofia. Diga-se que foi um casamento que deu certo.
    Sendo assim vejo que o casamento entre o elenco do Vasco e Mancini está quase em divórcio. Ele ainda não tirou dos jogadores o máximo que eles podem dar. Está perdido!!!
    Começou com esquema 4-3-1-2 (3 volantes) que vinha dando certo até perder a final. Aí passou para o esquema 4-2-2-2 (2 volantes e 2 armadores). Aí contra o Flamengo resolveu testar o 3-5-2 que deu certo, jogamos bem mas perdemos. E nestes 2 ultimos jogos ele resolveu sacar Dodô e colocar Jeferson. Ou seja contra os “poderosos” ASA e Olaria jogamos com o esquema 3-5-1-1, que obviamente não deu certo. Tomamos 1 gol desses times e o esquema durante o jogo passou para 4-3-1-1 e depois para 4-2-1-2. Não tem entrosamento que ganhe jogo, por melhor que o elenco seja bom.
    Um outro exemplo prático: Real Madrid. Cheio de estrelas perdeu para o mais “modesto” Lyon. Culpa do elenco ou do treinador?
    Se não tem casamento entre técnico e elenco, não existe time!!!!”

    Acho que ele resumiu bem o que se passa com o Vasco. Concordo completamente com ele…

    Abraços


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