Publicado por: Stéfano Bozza | 15 de março de 2010

No clássico dos pênaltis, deu Flamengo

Dodô lamenta no clássico em que nada deu certo

A tônica dos últimos jogos do Vasco tem sido colocar a culpa das más atuações na ressaca da perda do turno estadual. Desde lá foram três jogos pelo carioca e mais um pela Copa do brasil. Em todas, péssimas partidas, com vitórias magras e empate sem gols com equipe paraibana. Antes o destaque negativo fosse só jogos ruins. O público foi proporcinal, chegando sempre a ser menor que 1000 pessoas. E veio o clássico contra o Flamengo.

Esse clássico poderia ser, antes de tudo e principalmente, o marco da recuperação. Vitória em clássico dá moral, exemplos não faltam. Além disso, nem sempre vence quem está mais por cima, pelo contrário. Mas para cogitar sair vencedor do duelo no Maracanã, para começo de covnersa, seria necessário ao cubo melhorar o futebol. Ao menos o fator clássico mexeu no público, que foi muito bom para a chuva que caiu. (pouco mais de 37000 pessoas)

E a partida começou a mil, mesmo com o campo não estando nos melhores estados. Logo começaram a aparecer Fernando Prass e Bruno, com boas defesas. Léo Moura teve sua chance, Dodô também. Rafael Carioca soltou uma bomba e Bruno mandou para escanteio. Eram 15 minutos de jogo. Emoção pura.  Jogo aberto ao quadrado. Coutinho saiu na cara de Bruno e perdeu.

Eis que veio a parada técnica. Antes de mais nada, para quê uma parada técnica de noite? Enfim, ela ocorreu e tratou de esfriar o jogo, que era ótimo.

Somente aos 35 a partida voltou a ter emoção. Pênalti claro em Philippe Coutinho. E lá foi Dodô para a bola. E repetiu o que fizera diante do Resende. Bateu de forma bisonha. Bruno defendeu. Pouco depois pênalti em Léo Moura, claro. O juiz não marcou. A chance final da primeira etapa foi de Coutinho, que forçou Bruno a boa defesa. O 0x0 era justo pelo empate, mas poderia ter tido gols.

Logo no começo do segundo tempo, erro grave do áritro. Se fôra penal em Léo Moura no primeiro tempo, nada foi em Vinícius Pacheco no segundo. Eram quatro minutos e o juiz apontou para a marca da cal. Adriano, que nada tem com isso, converteu com categoria, 1×0. Comemorou com camisa desnecessária “que Deus perdoe essas pessoas ruins”.

Por questões óbvias, o Vasco passou a pressionar e conseguiu outro pênalti. Discutível ao quadrado. Contrariando Mancini, Dodô partiu de novo para  a bola, e repetiu a perda. Bruno se consagrou novamente. Dodô, que está cada vez mais marcado pelos cruzmaltinos, complica-se de vez.

E assim o Vasco perde seu 100% e segue deixando sua torcida desconfiada. No meio da semana tem Copa do Brasil, e um tropeço diante do ASA-AL pode trazer ainda mais crise.

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