Publicado por: Stéfano Bozza | 17 de junho de 2014

Capítulo 13: Nigéria x Irã – Show de horrores

Foi triste, de doer.

A bola sofreu. Os torcedores mais ainda.

Esse post, inclusive, só merece a citação por conta da torcida.

Essa sim apareceu, fez festa e merecia coisa melhor do que um jogo medonho como foi Nigéria x Irã.

O 0x0 foi o resultado mais justo – e só porque não existe resultado negativo. Justo mesmo, seria devolver o valor dos ingressos ao povo de Curitiba, mas já é querer demais.

Demais, aliás, está este post. O jogo não mereceu mais do que a primeira linha. Serviu ao menos para provar que a Argentina vai passear nesse grupo.

Publicado por: Stéfano Bozza | 15 de junho de 2014

Capítulo 6: Uruguai x Costa Rica – A zebra deu as caras

O grupo da morte da Copa começou de maneira nada habitual para os palpiteiros, mas com muita ansiedade pelo reino animal. A zebra ainda não tinha dado a cara na Copa. Se a goleada da Holanda foi absolutamente fora do normal, também não é uma zebra.

A Costa Rica tem provavelmente o melhor time da sua história, mas caiu em um grupo com três campeões mundiais. E a primeira parada já seria duríssima: o atual semifinalista Uruguai. E para desespero dos jogadores de bolão mundo afora, surpreendeu.

A vitória por 3×1, entretanto, não foi achado. A Costa Rica mandou no jogo, do primeiro ao último minuto. Suas trapalhadas na defesa não foram suficientes para prejudicar a ótima atuação contra a Celeste, que decepcionou.

Desde o começo, quem propôs o jogo foi o time de pior qualidade. O time costarriquenho tem grande fragilidade defensiva e criou as melhores jogadas para o Uruguai. Primeiro com Cavani, que bateu para fora. Depois, cometendo pênalti infantil em Lugano. Cavani converteu, 1×0.

Mesmo com o placar favorável, a Celeste continuou pior no jogo. Pior do que isso, viu a dupla perigosa da Costa Rica começar a gostar do jogo e dar trabalho. O meia Ruiz e o atacante Campbell, ótimos jogadores, tinham liberdade.

O segundo tempo não demorou para fazer justiça ao primeiro. Em lance isolado, a bola sobrou limpa para Campbell, que já tinha assustado, empatar. No lance seguinte veio a virada. Em impedimento, é verdade, mas compensando um pênalti não marcado igual ao apitado para os uruguaios.

Nem mesmo os próprios torcedores acreditavam no que viam em campo. Mais do que a virada, o placar era justo e correspondia com o que se via em campo.

Nem com a vantagem a Costa Rica abdicou do jogo. A alteração tirando Ruiz, pelo contrário, manteve o time ofensivo. O recuo do ótimo Campbell resultou na metida de bola que definiu o jogo. 3×1.

Ainda deu tempo para uma expulsão do Uruguai. Feio, mas não pior do que o futebol apresentado pelos sul-americanos, que precisarão de mais do que a volta de Suárez se quiserem ir mais longe na competição.

Publicado por: Stéfano Bozza | 14 de junho de 2014

Capítulo 3: Espanha x Holanda – A Revanche

Quatro anos se passaram desde aquela final em 2010. Naquele distante dia de 11 de julho, Robbem foi vilão e Casillas herói: pouco antes do gol decisivo de Iniesta, o atacante e o golerio ficaram frente a frente, e o holandês perdeu o possível título.

Já diriam os filósofos, o mundo dá voltas. E essa frase clichê abominável nunca fez tanto sentido. Passados tantos anos, Robben e Casillas voltaram a ficar frente a frente, mas seus papéis completamente invertidos. O holandês virou herói e o espanhol vilão.

Não que isso pudesse ser previsto nos bastidores pré-jogo. A tendência era outra. A Holanda vinha de péssimos resultados nos amistosos, mas os amigos sabem, desde de 2010 tudo é absolutamente planejado. Para os que não lembram, segue o link: http://viciadonacopa.blogspot.com.br/ .

A Espanha, se não vem soberba depois da cacetada contra o Brasil no ano passado, vem longe de vexames. Os resultados recentes foram bons. Os rojos vieram com mensagem clara: recanche contra o Brasil.

Ironicamente, a primeira chance de revanche foi contra a própria Espanha. Novamente os europeus frente a frente. Novamente Robben x Casillas. Ao contrário do que supunha o escriba, a derrota de 2010 não foi um acaso para o planejamento sempre perfeito da Holanda. Fazia parte do roteiro. O melhor estava por vir.

Nem mesmo o primeiro tempo estava fora dos planos. Foram 45 minutos muito parecidos com o que se esperava: Espanha dominando jogo e posse de bola e a Holanda com dificuldade para jogar.  O erro de arbitragem (mais um) ao marcar pênalti para a Espanha no primeiro gol apenas acentuava o plano maligno de vingança e o tornava mais divertido.

David Silva ainda teve chance para matar o jogo. De frente para o goleiro, quis brincar e perdeu o segundo gol. E não se brinca com uma seleção calculista. Era hora do show começar.

E começou de forma cinematrográfica: o lançamento praticamente do meio de campo chegou para Van Persie dar um pulo e encobrir Casillas. Golaço!

O intervalo serviu para finalizar o plano de vingança. Os próximos 45 minutos seriam impiedosos. O que se viu a seguir foi um verdadeiro show e cada gol fazia os espanhóis se perguntarem se valeu a pena ter vencido aquela final.

Robben marcou o segundo com uma matada de bola sensacional. O terceiro gol contou com uma saída errada de Casillas. Veio o quarto, planejamento friamente com um erro grotesco do herói da Copa passada: o goleiro espanhol errou domínio e entregou para Van Persie fazer o quarto.

Sem reação, os onze jogadores espanhóis apenas assistiam em espaço VIP o show holandês. E a vingança final tinha que ser do vilão. Arjen Robben. Ele saiu atrás, bem atrás do zagueiro Sério Ramos. Chegou bem à frente, deixou Iker Casillas no chão e marcou o quinto gol. Goleada arrasadora.

E faltou pouco pro sexto. Em um arremate espetacular acabou em defesa de Casillas. Seria o gol da Copa.

Não foi, mas se vingança é um prato que se come cru, a Holanda mostrou que é especialista em congelados. O plano de campeão está de volta.

Publicado por: Stéfano Bozza | 6 de junho de 2010

O grupo do Brasil

Kaká, o grande nome brasileiro para esta Copa

Ao final do sorteio da Copa todos os olhos estavam pasmos para um grupo específico, que já nomearam de “Grupo da morte” nas primeiras análises. Era o grupo do Brasil, que não por acaso ficou para a última análise. O grupo só não pode ser nomeado de mais difícil, porque aparentemente a Coréia do Norte é seleção morta. APARENTEMENTE, eu disse.

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Publicado por: Stéfano Bozza | 22 de abril de 2010

Nada de facilidade

Carlos Alberto comemora gol com Élton, o primeiro do Vasco

É repetitivo, mas é a verdade. O Vasco mais uma vez entrou em campo para vencer e convencer, algo que não faz há muito tempo. O duelo era contra o Corinthians-PR, em casa, jogo relativamente tranquilo, visto que o jogo de ida tinha sido 1×0 para o Vasco, em golaço de Léo Gago.

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Publicado por: Stéfano Bozza | 12 de abril de 2010

Acabou o estadual

Philippe Coutinho, melhor em campo pelo Vasco da Gama no clássico

Philippe Coutinho, melhor em campo diante do Flamengo

O Vasco da Gama entrou no campeonato carioca como, no máximo, a terceira força. Surpreendeu no turno, sendo finalista, mas logo voltou a sua realidade. O time é fraco. Muito fraco. E neste domingo, 11, ocorreu o que já se esperava: a equipe cruzmaltina estará fora da decisão estadual. E me arrisco a dizer que só esteve nas semis pela ruindade da concorrência, e mesmo assim só o foi com bastante sofrimento. Leia Mais…

Publicado por: Stéfano Bozza | 5 de abril de 2010

Agora é semi-final

Reprodução/SporTV

Gaúcho, técnico vascaíno que acredita no título vadcaíno, apesar da desconfiança

O único jogo que trazia alguma emoção na última rodada da primeira fase do Campeonato Carioca era o disputado entre Duque de Caxias e Vasco da Gama. E somente pelo lado vascaíno. Todavia, o jogo correspondeu com o esperado, num jogo, se não lá com grande técnica, repleto de emoção.

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Publicado por: Stéfano Bozza | 30 de março de 2010

Enfim boa atuação

Carlos Alberto, um dos destaques da partida contra o Fluminense

No clássico contra o Fluminense o sentimento era de emdo por parte dos vascaínos. Se mal batiam times modestos, que dirá o Flu! Mas sempre vem aquela frase ultra-conhecida: clássico é clássico, e nem sempre quem está por cima vence.

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Publicado por: Diego Boscolo | 29 de março de 2010

São Paulo quebra tabu negativo em clássicos

São Paulo tem seu quarto revés em clássicos no ano

Com a derrota para o Corinthians, tricolor paulista completa a primeira fase do Paulistão perdendo todos os clássicos. Leia Mais…

Publicado por: Stéfano Bozza | 25 de março de 2010

Mancini caiu

Mancini com Roberto Dinamite, depois da derrota que causou sua demissão diante do Americano

Mais uma vez o Vasco entrou para voltar a deixar seu torcedor contente, e mais uma vez fracassou em sua missão. Diante do Americano, em casa, a derrota por 3×2 fez Mancini cair. Mas o problema não é o técnico. Falta é time mesmo.

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